Mostrar mensagens com a etiqueta Títulos sonantes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Títulos sonantes. Mostrar todas as mensagens

23 julho, 2013

Supertaça das capas apelativas (JN está muito forte na pré-época...)


Quando vi a capa de hoje do JN (que, recentemente, tem sido presença assídua aqui no blog), lembrei-me de fazer uma compilação das capas mais "marcantes" das últimas semanas.
 
Entretanto, com a devida vénia, como alguém se adiantou, aqui fica o post de jcd no Blasfémias:
 
"Diz que é uma espécie de jornal.

um mês

"

Entretanto, este título:

"Decisão de Cavaco engorda a Bolsa..."

é um tratado! Há uns dias, quando as bolsas caíam, as manchetes destacavam os efeitos negativos gerados pela decisão do PR, nomeadamente, as perdas, a incerteza e os riscos para economia e sector financeiro. Ou seja, os efeitos eram nocivos e generalizados - todos seríamos prejudicados. 
 
Desta feita, com a recuperação da bolsa (e, já agora, com a quebra acentuada dos juros da dívida portuguesa nos últimos dias, convenientemente escondida pelo jornalismo militante...) esperava-se que tal fosse noticiado como algo positivo. Mas, com as nossas criativas redacções, há sempre uma forma de "dar a volta ao texto", ou "preservar a narrativa"... Assim, esta recuperação nos mercados de acções passa a ser um fenómeno bem mais localizado, desta feita, a "decisão de Cavaco engorda a bolsa", entenderam quem foram os beneficiários da decisão do PR?
 

Nota final: Aguardo, com um misto de expectativa e medo, a capa do JN alusiva ao "Bébe real" (as horas de directos inúteis sobre este tema nas tvs, dizem muito da categoria da nossa república...)



21 fevereiro, 2013

O desassossego mediático VS saúde pública



A ver se nos entendemos... até aqui, com frequência, surgiam notícias que nos levavam a crer que os portugueses mais idosos - sem dúvida, uma das classes mais desprotegidas e que merece a maior atenção da nossa sociedade - estavam a deixar de ir ao médico, ou de comprar medicamentos, por falta de condições económicas.

Concerteza, se recordarão de notícias ou reportagens nesse sentido...
 
Obviamente, casos desse existirão (mesmo em altura de crescimento económico...), mas já aqui no blog se tinha feito menção às políticas deste governo nesta área e constatado que, ao contrário do que o jornalismo militante sugere, a venda de medicamentos não dimínuiu, "os portugueses compraram mais 5,8 milhões de embalagens de fármacos" e que as recentes medidas na área da saúde permitiram uma quebra de cerca de 30% no custo dos medicamentos.
 
Desta vez, a partir de uma notícia que nos dá conta que o consumo de antidepressivos mais que duplicou, que conclusões retirariam as redacções?... que os idosos voltaram a ter dinheiro para remédios?...hmmm.... que passaram a ter condições para ir a consultas de especialidade?... Não, como qualquer informação é usada apenas para colar com a mensagem e narrativa que querem ver difundida, este dado estatístico (que deve ser fruto de um factor anormal qualquer...) foi usado sugerir o quanto. talvez em proporção à venda de antidepressivos, os nossos idosos têm sofrido com esta crise. Os tugas engolem tudo...
 
E que tal, como medida profiláctica, substituir a prescrição de antidepressivos pela proibição de ver telejornais?...
 
 
NOTA: Neste blog também há sentido de humor... e, a brincar, se dizem as verdades! 
 
 

08 fevereiro, 2013

Notícias que tinham tudo para "dar certo"


Há 2 dias atrás, o Jornalismo militante e esquerdistas em geral, apontavam o dedo (oh! incoerência!) ao Governo apropósito do TGV:

"Afinal também avançam com o TGV!!" 


Via (os excelentes) Impertinências e Blasfémias, uma óptima descrição do episódio que, embora seja mais uma demonstração da facciosa comunicação social que temos, com certeza ficará para a posteridade como mais um caso de má comunicação destes péssimos "políticos de direita".
 

"ARTIGO DEFUNTO: O TGV que era um comboio recoveiro

Um exemplo recente do paradigma do jornalismo de causas (ou talvez meramente incompetente) é o caso do financiamento do TGV que afinal era apenas «a construção de uma linha de caminho-de-ferro (Sines-Caia e não Lisboa-Madrid) em bitola europeia, ou seja, com a mesma largura das linhas da maioria dos países da Europa», a custar uma fracção do TGV e ter um a retorno múltiplo para a exportação de mercadorias.

A bolha de histeria que se desenvolveu, aqui sintetizada no Blasfémias, mostra bem o misto de alucinação, incompetência e manipulação que satura o mundo político-mediático deste país.

Para uma retrospectiva da novela do TGV prima a etiqueta «TGV» e leia em particular este texto de Mira Amaral sobre o TGV do Álvaro que é afinal a linha ibérica para mercadorias. E, já agora, recorde-se que quando falamos de TGV falamos de 15 mil milhões de euros e quando falamos de linha ibérica para mercadorias falamos de mil milhões (são 700 milhões mas já estou a incluir uma derrapagem de 50%), isto é 15-vezes-15 menos.

Não sei o que mais admirar, se a incompetência e/ou falta de escrúpulos do jornalismo de causas e dos cabeças-falantes dos partidos, se a ignorância e preconceito do povo ressabiado, sempre pronto a engolir qualquer patranha que confirme as crenças injectadas nas suas meninges pelos mídia enviesados."
 
 

26 janeiro, 2013

Notícias que tinham tudo para "dar certo"...

Daqui, mais um triste exemplo deste Jornalismo a martelo...

 "Se não aconteceu devia ter acontecido!"

 

"Jornalismo da matilha dos fait-divers

A notícia do Sol podia ser do Correio da Manhã e fazia chorar as pedras da calçada. Dizia assim:

Liliana Melo ficou sem sete dos seus dez filhos há sete meses. Por ordem do Tribunal de Sintra, as crianças, com idades entre os seis meses e os sete anos, foram sujeitas à medida de protecção de menores mais extrema: dadas à confiança para adopção, perdendo todos os vínculos parentais para sempre.
A sentença determinou que as filhas mais velhas ainda menores, na altura com 16 e 11 anos, ficassem com os pais. Mas o tribunal entendeu que a menor de seis meses, os gémeos de dois anos e os irmãos de três, cinco, seis e sete anos estavam em risco, e resolveu retirá-los de casa.
No processo, não há qualquer referência a maus-tratos físicos ou psicológicos ou a outro tipo de abusos. Na sentença, a que o SOL teve acesso, considera-se mesmo que há laços de afectividade fortes na família e refere-se que as filhas mais velhas têm sucesso escolar e estão bem integradas no seu ambiente social. A decisão do Tribunal de Sintra sustenta-se nas dificuldades económicas da família e no facto de a mãe ter desrespeitado o acordo de promoção e protecção de menores ao recusar-se a laquear as trompas.
Tribunal determinou laqueação de trompas.
Esse acordo – proposto pelas técnicas da Segurança Social e homologado pelo juiz – obrigava os pais a tomar uma série de medidas, entre as quais realizar uma operação para não poderem ter mais filhos.

Esta história, mais um fait-divers, gerou escândalo, polémica e os habituais comentários contra os tribunais, contra os poderes do Estado etc etc.
Aparentemente estávamos perante mais um caso de jacobinismo ao contrário. Desta vez a defesa da mãe a quem tiraram os filhos gerou a simpatia da comunidade, assim num instante que leva a ler uma frase numa notícia: "Tribunal tira sete filhos a mãe que se recusou a laquear as trompas".
Se fosse assim tal e qual, talvez houvesse razão para indagar um pouco mais sobre os porquês, mas os comentadores habituais, sabem tudo e de mais alguma coisa e por isso até as forças políticas ( o PS, imagine-se!) querem saber o que se passou, embora a miríade de artures baptistas da silva que pulula nos media já tivesse sentenciado o veredicto contra quem decidiu.

Parece que foi isto, tirado daqui:
Nota de esclarecimento sobre a sentença e o despacho proferidos no processo n.º 8867/05.TMNST
da 2 secção do Juízo de Família e Menores do Tribunal de Sintra
Face às notícias que têm sido veiculadas na imprensa e em articulação com a Sra. juíza presidente do Tribunal da Comarca da Grande Lisboa Noroeste, presta-se o seguinte esclarecimento sobre as decisões proferidas no âmbito do processo de protecção e promoção de menores n. 8867/05.5TMNST.

 
Este esclarecimento público, dada a matéria em causa e a natureza dos interesses envolvidos, tem natureza excepcional, tendo sido determinado face à relevância do assunto e à necessidade de repor a verdade dos factos.

 
O processo identificado supra é um processo de promoção e protecção de menores instaurado no ano de 2005.
Desde 2007 que o acompanhamento da situação da família em causa concentrou esforços no sentido de se evitar uma situação de separação entre a mãe e os filhos.
Em Junho de 2009, em conferência destinada à obtenção de acordo de promoção e protecção de cinco menores, foi homologado um acordo estabelecido entre os progenitores dos menores em risco, o Procurador da República, a técnica da ECJ e uma responsável do programa "Escolhas", através do qual, com o objectivo de evitar a separação das crianças do seu ambiente familiar, os pais assumiram, voluntariamente vários compromissos.
Entre esses compromissos a mãe dos menores obrigou-se a fazer prova do seu acompanhamento no hospital Fernando Fonseca, no âmbito do seu processo de laqueação de trompas.

 
Como resulta do compromisso assumido, não foi a decisão judicial que obrigou a mãe dos menores a submeter-se a qualquer tratamento ou cuidado médico. A laqueação de trompas foi algo que a mãe havia já aceitado voluntariamente fazer, no âmbito do acompanhamento médico relativo ao planeamento familiar.
Em Maio de 2012 foi proferida decisão que aplicou várias medidas de promoção e protecção a nove menores considerados em risco, entre as quais determinou, relativamente a sete deles, a medida de confiança a instituição para futura adopção. Esta decisão, que refere que a mãe efectivamente não procedeu à laqueação das trompas (o que traduziu uma violação de um compromisso assumido em acordo de promoção e protecção), não determinou a confiança dos menores a uma instituição por essa razão. A decisão foi tomada em virtude da incapacidade dos progenitores em garantir às crianças condições de vida minimamente adequadas, pelo que estas se encontravam em perigo.
O tribunal analisou a situação das diversas crianças e, relativamente àquelas em que era viável continuarem aos cuidados da progenitora, decidiu nesse sentido, impondo algumas condições, nenhuma das quais passava pela laqueação de trompas ou por deixar de gerar filhos.
Após a decisão que aplicou as medidas de confiança a sete das crianças em causa a progenitora deu novamente o seu acordo para ser seguida em consultas de planeamento familiar, o que não lhe foi imposto, antes aceite por si.
asjp.pt | 25-01-2013
Este caso que foi apresentado como uma aberração até pode ter contornos que obrigam a uma reflexão. Porém, o jornalismo que o apresentou como tal merece uma reflexão maior ainda porque já ultrapassa a questão do quem é para bacalhau basta. É agora uma questão de pura e simples cretinice. Mais uma e que tem reflexos importantes na sociedade e em certas instituições em particular, como os tribunais. Não sendo instituições perfeitas, a maioria da população instigada por esta matilha dos fait-divers, jornalistas de meia-tijela, não acredita nos tribunais e desconfia da justiça de modo que em sondagens os juízes aparecem no fundo da tabela da confiança pública nas instituições. Muito por causa deste jornalismo e destes jornalistas que não têm nome, porque será irrelevante, mas têm contribuído de maneira decisiva para a deslegitimação de um poder do Estado que existe para protecção das pessoas. O jornalismo caseiro, ignorante e atrevido não respeita regras elementares para informar. Neste caso, a informação passava pela análise da decisão e a vista ao processo e ponderação com quem sabia o que se tinha passado, sobre a notícia concreta se de facto havia notícia.

Fazer leads ou títulos de notícia ou cachas ou parangonas de primeira página com desinformação é digno de um jornalismo cretino, medíocre e perigoso, até para uma democracia.

Os tribunais deveriam ter esclarecido logo o assunto, mas provavelmente ninguém se sentiu responsabilizado para tal efeito. As consequências, porém, atingem todos os profissionais do foro e com prejuízo para toda a gente.
Os jornalistas, esses, passam por estes fenómenos como se nada fosse com eles, ou elas, particularmente. É incrível.

"

 
 
 

21 janeiro, 2013

Notícias que tinham tudo para "dar certo"...


Um dos lemas em voga nas redacções portuguesas deve ser:

"Se não aconteceu devia ter acontecido!"


Retirado daqui: http://sorumbatico.blogspot.pt/2013/01/repare-se-nestas-duas-noticias-ambas-de.html#comments

Assim se faz a História...
 
 
Entretanto uma noticiazinha diz assim...
 


Diz que é Jornalismo...



 

10 janeiro, 2013

Jornalismo de Coscuvilhice

 
Um dos principais objectivos deste blog, é demonstrar como a comunicação social, infelizmente, é um dos principais obstáculos à resolução dos problemas do País…

Por vezes a sua prioridade parece ser garantir que nada de sério, nada que possa resultar numa mudança do "establishment" e nos privilégios daqueles que usufruem do “bem colectivo” (à custa do trabalho da grande maioria da população), seja discutido.

O “jornalismo de coscuvilhice” é uma arma fundamental neste objectivo...

Em alturas onde existem tantos assuntos de interesse para discussão pública, faz sentido o destaque dado a alguns casos que apenas dizem respeito à vida pessoal de cidadãos – mesmo tratando-se de figuras públicas?! 
 
Estas “coscuvilhices” apenas servem para introduzir ruído, desviar as atenções do que é essencial e estimular o apetite do cidadão comum pelo voyerismo tipo "reality show", fomentar aquela curiosidade pela vida alheia. Enfim, por assuntos que apenas se relacionam com a vertente privada da figura pública, os Srs. Jornalistas parecem ter um prazer especial em espezinhar ou enfraquecer esta ou aquela figura. Será assim que se sentem realizados, com estas demonstrações de poder da comunicação social e dos media? É para prestar este tipo serviço, de informação, que o Jornalismo existe?

Eu aqui me confesso, já bebi e já conduzi com uma taxa ilegal de álcool, obviamente não me orgulho disso, mas nunca deixei que o álcool interferisse na minha vida profissional. E isto tem relevância pública? Nenhuma. Se fosse deputado, teria?

Aliás acho que neste País os jornalistas devem ser a única classe onde estas e outras coisas, nunca serão notícia...

 

24 dezembro, 2012

Jornalismo de rigor...



Diversos Orgãos de Comunicação Social, avançaram notícias que nos davam conta da preocupação das Nações Unidas com a "austeridade em Portugal". As notícias e os títulos, na linha do que é incessantemente repetido na imprensa, rádio e tv desde há meses, mais uma vez recordava-nos que "o caminho da austeridade" está a agravar a crise mas, desta vez, era a própria ONU que o afirmava!
 
 
E assim, através de fontes como o Expresso, a TSF, o Público, etc., durante um dia fomos informados, instruidos, na convicção que aqueles chavões usados pela esquerda nos últimos meses: a "austeridade do custe o que custar", a necessidade de "renegociar a dívida e os juros", etc., seriam também a posição da propria ONU...
 
 
 eis senão quando... tudo era uma fraude!
 
"Apresentou-se como coordenador de um centro de estudos das Nações Unidas e foi entrevistado por jornais, rádios e televisões portugueses, propondo a renegociação da dívida. Mas o dito observatório não existe e ninguém na ONU conhece o suposto «economista» Artur Baptista da Silva, que poderá ser um impostor."
 
Enfim, mais um episódio bem demonstrativo da necessidade de "filtrar" a informação que esta comunicação social nos serve. Aliás, esta tese "que a culpa da crise é da austeridade", assenta numa premissa completamente falaciosa, infantil até, pois converte a complexa situação que o País atravessa, numa questão de "bonzinhos" (que querem crescimento) e os "mauzões" (os apaixonados pela austeridade).  
 
Mas, de tão repetida, esta tese (com grande adesão de muitos jornalistas e redacções),  já terá levado quantos portugueses a acreditarem que a crise, e as medidas que forçosamente tiveram de ser tomadas, resultam de uma opção de Passos Coelho e Gaspar, e não uma necessidade, uma consequência, das asneiras cometidas nos últimos 20 anos, com especial ênfase desde 2005?...
 
Outra constatação a retirar deste episódio, e como aqui no blog já se referiu em outras ocasiões, relaciona-se com a facilidade e o voluntarismo do "jornalismo militante" em dar voz, dar palco, aqueles que são alinhados com a sua orientação ideológica, de esquerda e socialista. 

E amanhã, do alto do seu pedestal, lá estarão jornalistas a "apontar" trapalhadas a tudo e todos...
 
 
 

23 novembro, 2012

Poupanças dos portugueses em queda, será mesmo?

Nos últimos dias, inúmeros artigos e reportagens têm-nos dado conta de uma sangria nas poupanças dos portugueses. Obviamente, os tempos não são fáceis e este facto vem sendo apresentado como uma consequência do tal "empobrecimento do país" em curso. Uma notícia da TSF rezava assim:
 
 
No entanto, com os media portugueses é sempre necessária muita cautela... Há umas semanas atrás tinha lido uma notícia que indiciava precisamente o contrário, ou seja, que as poupanças teriam crescido cerca de 5% de 2011 para 2012 (claro que essa notícia correu nas últmas páginas dos jornais não tendo merecido quelquer destaque...), o assunto merecia uma investigação!
 
A TSF, de onde foi extraído o link anterior, publicava no final de Agosto:
Os depósitos das famílias cresceram 1,9 por cento entre maio e junho de 2011.

Em termos homólogos, os depósitos aumentaram 5,2 por cento, passando de 118.402 mil milhões de euros contabilizados em Junho de 2010 para 124.514 mil milhões de euros em Junho de 2011.

Note-se que o mesmo órgão de comunicação social publica artigos completamente contraditórios pois, mesmo com o decréscimo de depósitos entre Agosto e Setembro de 2012, os números indicam que no último ano as apicações financeiras dos portugueses têm um balanço positivo.

Entretanto, hoje, o Banco de Portugal veio esclarecer que:
"a queda nos depósitos verificada em setembro não se deve a uma diminuição das poupanças das famílias, mas sim a uma reorientação para outras aplicações financeiras, sobretudo obrigações."
"O valor total das aplicações financeiras dos portugueses está hoje «muito em linha» com o observado há um ano, havendo apenas uma reorientação diferente destas."

Concusão: a ideia que a muita comunicação social faz / fez passar - que a  quebra dos montantes aplicados em depósitos corresponde a um aumento de dificuldades dos portugueses -  não é exacta nem verdadeira.

Com jornalismo assim... 




 

21 novembro, 2012

Títulos sonantes!

"95% dos portugueses têm conta no Facebook"
aqui: http://sol.sapo.pt/inicio/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=63345

e

"Portugueses estão 88 minutos por dia nas redes sociais"
daqui: http://www.jn.pt/blogs/nosnarede/archive/2012/11/21/portugueses-gastam-88-minutos-por-dia-nas-redes-sociais.aspx


Se os srs jornalistas o dizem, é porque é mesmo assim!

Mas sou um tipo desconfiado e gostava de saber mais sobre a amostra de "portugueses" seleccionada para o estudo...